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Notícias

21/07/2017

Diário Matinal Coinvalores - 21 de julho de 2017

 

Bom dia,

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Governo contingência gastos e aumenta impostos. Para não ultrapassar a meta de déficit primário de R$ 139 bilhões, o governo aumentou o PIS/ Confins sobre a gasolina, o diesel e o etanol, em diferentes proporções, a fim de gerar uma receita adicional de R$ 10,4 bilhões até o final do ano e de R$ 26 bilhões em 2018. Além disso, houve o contingenciamento de R$ 5,9 bilhões no orçamento público, porém, nesse caso, a expectativa é de um bloqueio temporário, até que receitas extraordinárias sejam viabilizadas. O relatório bimestral de inflação, que será divulgado ainda hoje, deve deixar nítido a necessidade dessas medidas para o realinhamento das contas públicas, haja vista que a arrecadação continuará pressionada, enquanto os gastos, sobretudo com previdência, se mantém elevados. De toda forma, como já era amplamente esperada pelo mercado, a novidade não deve trazer grande influência para o desempenho do mercado de capitais, exceto para as empresas sucroalcooleiras, como Cosan (CSAN3) e São Martinho (SMTO3), que devem ser favorecidas em razão do menor aumento de tributos sobre o etanol, como pode ser observado na tabela abaixo.
 


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Agenda fraca no exterior. Sem indicadores relevantes, e após o BCE não trazer grande turbulência ao mercado, o assunto principal continua sendo a incerteza política norte americana, sempre com o presidente Trump como personagem principal.

Bolsas pressionadas lá fora. Como comentamos anteriormente, o dia é bem fraco de indicadores lá fora e as incertezas da política americana, com a derrota do "Trumpcare" e as investigações acerca da influência russa nas eleições de novembro pressionam os índices ao redor do globo nessa sexta. Por aqui, a confirmação da elevação dos PIS/Cofins nos combustíveis ainda deve movimentar o pregão, como também citamos mais acima.
 

 

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Localiza (RENT3) reporta excelente resultado neste 2T17. A companhia reportou bons números no 2T17, com crescimento de 39,7% na receita líquida consolidada, 27,5% no EBITDA e 31,9% no Lucro líquido, quando comparada ao 2T16. As receitas líquidas de aluguel apresentaram elevação de 17,6%, sendo 21,2% na Divisão de Aluguel de Carros e 10,6% na Divisão de Gestão de Frotas. Já a receita líquida dos Seminovos cresceu 62,8% na mesma base de comparação. E as margens da companhia vieram maiores, decorrente principalmente do aumento do volume de negócios, controle de custos, melhoria de produtividade e ganho de escala, com isso, o Lucro líquido do período veio recorde. Para o restante do ano a empresa se mostra ainda preocupada com o cenário econômico brasileiro, entretanto se diz bem preparada e é o que conseguimos verificar em seus números deste trimestre. Além disso, a companhia continua com uma posição de caixa bem confortável, mesmo com sua recente aquisição, da Locadora Hertz Brasil, autorizada pelo Cade no dia 13/07. Além do bom resultado reportado, a empresa aprovou o 9º plano de recompra de ações, podendo adquirir até 13 milhões de ações. Acreditamos que suas ações terão desempenho positivo no pregão de hoje.

Helbor (HBOR3) divulga prévia sem surpresas. A companhia viu seus números mudarem muito pouco do 1T17 para o segundo, com vendas e distratos no mesmo nível dos três meses anteriores. O patamar dos distratos permanece elevado, um pouco mais da metade das vendas do período. As entregas de imóveis também vieram em linha com o trimestre anterior, o que é um indicativo que os distratos devem se manter relativamente flat no próximo trimestre. Não esperamos um impacto grande da divulgação nos papéis da companhia.
 

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Bons negócios.


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