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31/07/2017

Diário Matinal Coinvalores - 31 de julho de 2017

 

Bom dia,

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Confiança do setor de Serviços tem recuperação. Em julho, o índice de confiança de serviços registrou alta de 1,0 ponto, recuperando, parcialmente, a retração de 2,8 vista no mês anterior. Essa melhora foi disseminada entre 9 dos 13 segmentos pesquisados, e a percepção dos agentes quanto ao nível de demanda puxou tanto o índice de situação atual (+1,1) quanto o de expectativas (+0,9). Já o nível de capacidade instalada do setor avançou 0,6 ponto, ficando em 82,1%. Contudo, a despeito desse resultado sugerir uma tendência de recuperação, ainda há incertezas que limitam uma melhora contundente no curto prazo.

Ciclo de queda nos juros deve ser maior e chegar a 2018, prevê Focus. Dentre as poucas novidades apresentadas no Boletim Focus dessa semana, houve redução na projeção para Selic no próximo ano, com a taxa no final do período saindo dos 8,0% projetados há uma semana atrás para 7,75% nessa leitura. Para esse ano, dentre as poucas alterações, o destaque ficou com a alta na estimativa para o IPCA, que ficou em 3,40% frente aos 3,33% da última semana, ainda bem aquém da meta de 4,5%.
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Desemprego em queda e inflação estável na Europa. O Eurostat anunciou os números de inflação de julho e de desemprego para o mês de junho que não fugiram muito das projeções de mercado. A inflação, medida pelo CPI, ficou estável em 1,3% nesse mês, assim como era esperado. Novamente, o custo da energia mostrou elevação acima da média, com alta de 2,2%. Os números não devem mexer com a expectativa do mercado em relação às próximas reuniões do BCE. Já a taxa de desemprego veio levemente abaixo da expectativa, que era de queda de 9,3% em maio para 9,2% em junho. O resultado divulgado hoje foi de 9,1%. Entre as principais economias do bloco, Alemanha e Reino Unido seguem com desemprego bem abaixo da média, 3,8% e 4,4%, respectivamente, enquanto França, Itália e Espanha estão acima dos 9,1% do bloco, com 9,6%, 11,1% e 17,1%. A Grécia continua com a maior taxa de desemprego do bloco, com 21,7%.

PMI industrial chinês vem abaixo do esperado, mas ainda denota expansão da atividade. O índice oficial ficou em 51,4 pontos, vindo de 51,7 na divulgação anterior. A expectativa de mercado era para queda menor, para 51,6. Ainda assim, a notícia que a indústria local continuou mostrando expansão impulsionou os índices acionários chineses, da mesma forma que acontece com as commodities, em dia de alta lá fora. Hoje à noite, será divulgado o PMI industrial não oficial da China, o PMI Caixin, do Markit.

Na agenda de hoje dos EUA, a expectativa para os indicadores é de desaceleração. Mantendo o tom dos últimos indicadores, mostrando que o crescimento da economia dos EUA não está tão forte, na manhã desta segunda, às 10h45 tem o PMI de Chicago, com a mediana das projeções aguardando uma desaceleração, saindo de 65,7 em junho para 60 em julho, e às 11h00 tem as vendas pendentes de moradia com expectativa de alta de 1% no mês de junho e fechando a agenda, a sondagem industrial do FED de Dallas, às 11h30, com expectativa de desaceleração, saindo de 15 em junho para 13 em julho.

Bolsas em alta. Na esteira das commodities, as Bolsas lá fora abrem a semana em alta na Europa e nos principais mercados da Ásia. Quem destoou desse movimento positivo é a Bolsa de Tóquio, cujo índice Nikkei fechou o pregão dessa segunda em leve queda de 0,17%. Na Europa, os dados do Eurostat, comentados acima, também ajudam a manter a trajetória de alta dos índices locais.
 

    

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Hypermarcas (HYPE3) reporta números satisfatórios. No 2T17, a companhia reportou receita líquida 5,6% acima do 2T16, essa expansão foi composta principalmente por aumento de preços, associado também a crescimento em volume, na mesma base de comparação. Com a unidade de negócios de genéricos sendo o destaque no trimestre. No entanto, as margens vierem menores, com a margem EBITDA reduzindo em 0,4 p.p., no 2T17 em comparação ao 2T16, como reflexo da redução da margem bruta, que foi parcialmente compensada pela queda das despesas com marketing e vendas. O lucro líquido das operações continuadas cresceu 35,5% em relação ao 2T16, em função principalmente da melhoria do resultado financeiro, que registrou variação positiva de R$ 77,2 milhões nesse período. Com a finalização de sua reestruturação organizacional, depois da venda de seu negócio de produtos descartáveis para a Ontex, a companhia fechou o semestre com caixa líquido, já desconsiderando a posição de hedge e o pagamento referente à redução do capital social. Para o próximo período a Hypermarcas espera melhorar suas vendas, principalmente em relação ao trimestre em análise, quando elas foram prejudicadas pela falta de estoque da empresa. Além disso, pretende reestabelecer as margens com a continuidade da redução de custos e despesas.

Petrobras (PETR4) inicia processo de desinvestimento em 30 concessões. A estatal iniciou a etapa de divulgação de oportunidades referente ao desenvolvimento e produção em sete conjuntos de campos em águas rasas, que totalizam 30 concessões. Os campos estão localizados no Ceará, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e São Paulo e deve ser realização à cessão da totalidade de seus direitos de exploração. Esse processo está alinhado com as regras impostas pelo TCU e com seu plano de desinvestimentos, que prevê atingir US$ 21 bilhões entre 2017-18. Portanto, a novidade não deve trazer influência significante para o desempenho de suas ações.
 

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