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Notícias

10/08/2017

Diário Matinal Coinvalores - 10 de agosto de 2017

 

Bom dia,

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Em sua primeira prévia, IGP-M registra deflação. O índice registrou deflação de 0,03% na primeira prévia de agosto, no entanto, veio inferior da apresentada na primeira prévia de julho, quando registrou queda de 0,95%, segundo dados da FGV. O IGP-M acumula deflação de 2,68% no ano e de 1,83% em 12 meses. Os preços no atacado foram os responsáveis pela queda do índice, já que os preços no varejo e os custos da construção se elevaram nesse mês.
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Agenda carregada nos EUA. Além de permanecerem atentos aos fatores geopolíticos envolvendo a Coreia do Norte, os mercados tem uma série de dados para digerir no pregão de hoje. A começar pelos dados de pedidos de auxílio desemprego do Departamento do Trabalho. O departamento de estatísticas do mesmo órgão divulga os números do PPI de julho, com expectativa de leve aceleração frente a junho. Mais tarde, além de entrevista do presidente do Fed de Nova York, que tem direito a voto esse ano, o mercado fica atento ao resultado fiscal mensal a ser divulgado pelo Tesouro norte-americano.

Produção industrial britânica supera a expectativa. Após queda em maio e com expectativa de nova queda em junho, a produção industrial do Reino Unido mostrou elevação de 0,5% em relação a maio e de 0,3% na comparação com junho de 2016. O Escritório para Estatísticas Nacionais credita a alta à elevação da produção de óleo e gás no norte das ilhas britânicas. Ainda assim, no segundo trimestre, a produção industrial mostrou retração de 0,4% na comparação com o trimestre anterior.

A tensão nos mercados mundiais continua nesta quinta-feira. As declarações agressivas do presidente dos EUA, Donald Trump, em reação as ameaças vindas da Coreia do Norte tem deixado o mercado bursátil mundo afora com o sinal de alerta ligado. Dessa forma, a sessão já foi de baixa nas bolsas asiáticas e os principais índices de ações europeus seguem no mesmo sentido. Contrariando o pessimismo global, as principais commodities subiram por outras razões, sendo que o petróleo se aproximou dos US$ 50/barril pelo alívio na produção e com a queda dos estoques nos EUA divulgada ontem a tarde, assim como o minério de ferro voltando a subir bem (+1,62%) em Qingdao. A bolsa paulista deve se influenciar pelos eventos externos, mas a questão política interna, bem como a temporada de balanços corporativos (que destacamos abaixo) também deverão balizar o desempenho do Ibovespa hoje.
 

 

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BB (BBAS3) tem melhora no resultado, que vem dentro do esperado. Entre os destaques do trimestre, redução no G&A e nas provisões para PDD. Essa melhora decorre das iniciativas do atual management do banco para trazer os seus resultados para um patamar mais próximo dos seus pares privados, o que consideramos muito positivo. Entre essas iniciativas está uma maior seletividade na concessão de crédito o que culminou na queda de 7,6% na carteira do banco na comparação com junho/16. Ainda assim, a inadimplência continuou avançando no BB, um dos pontos negativos do trimestre, mas a inadimplência dos bancos em geral, tem crescido muito por conta de alguns casos específicos de grandes empresas, não por conta de uma piora generalizada. Vemos essa melhora no resultado já bem precificada, o que deve mitigar o efeito do resultado nos papéis do banco. O BB ainda anunciou JCP de R$ 0,17 (valor já líquido) por ação aos acionistas posicionados em 21/08. Papéis ficam ex no dia seguinte e o pagamento será dia 31/08.

Mais um bom resultado da MRV (MRVE3). A construtora voltada para baixa renda reportou números bem sólidos, em linha com o reportado há três meses. A margem EBITDA da companhia ficou flat na comparação trimestral, com a melhora na margem bruta sendo compensada por uma alta mais forte no G&A. A geração de caixa continuou positiva, ficando em R$ 103 milhões, ainda que bem abaixo do reportado no mesmo trimestre do ano anterior, ela veio melhor que a geração de caixa de três meses atrás. Um ponto negativo da divulgação foi a elevação no volume de distratos após vários trimestres de melhora. A companhia tem feito uma série de iniciativas para reduzir ainda mais esse número e vamos ver o efeito disso nos próximos trimestres. Sem grandes surpresas, não esperamos que o bom resultado tenha um efeito forte nos papéis da companhia.

Guararapes (GUAR4) reporta excelente desempenho. A companhia reportou forte crescimento neste 2T17, com elevação de 13,4% em sua receita líquida consolidada, alta de 62% no EBITDA, forte aumento das margens e lucro líquido 126,9% maior se comparado ao 2T16. As vendas em mesmas lojas também apresentaram um importante crescimento de 8,7% no 2T17 e 6,7% no 1S17. O bom desempenho apresentado continua sendo resultado da implementação da estratégia de melhoria de vendas (operações de celular e de perfumaria) e seu consequente impacto nas vendas em mesmas lojas, além do forte processo de maturação das lojas e do eficiente controle de despesas operacionais que vem sendo realizado nos últimos anos. Consideramos que suas ações irão performar positivamente no pregão de hoje, dado o bom desempenho operacional apresentado pela empresa, além de sua desalavancagem saindo de uma dívida líquida / EBITDA de 2,0x no 2T16 para encerrar o 2T17 em 1,0x.

Positivo (POSI3) desempenho mais fraco neste 2T17. O resultado da companhia neste 2T17 foi fortemente impactado pelo menor faturamento do mercado de governo e por perdas com variação cambial. A receita líquida ficou 54% menor, o EBITDA se reduziu em 27,7% e o lucro líquido veio 84,6% menor se comparado ao 2T16. No mercado de governo, a receita líquida apresentou queda de 54%, em relação ao 2T16. No entanto, vale salientar que a companhia detém relevantes contratos cujas entregas deverão ser reconhecidas até o fim do ano, sendo esta redução causada basicamente por diferenças de cronogramas e da forte base de comparação do 2T16. Acreditamos que suas ações irão responder negativamente no pregão de hoje, mesmo que suas margens se mantiveram saudáveis, com aumento de 0,5 p.p. em relação ao 2T16, decorrente de ações envolvendo ganhos de eficiência em fábrica, logística e pós-vendas, bem como a manutenção de baixos níveis de excesso de estoques de computadores.

Eucatex (EUCA4) reporta resultado fraco, mas em linha com o esperado. A companhia vem melhorando seus números, no entanto, a conjuntura econômica e, principalmente, a política continua barrando o seu crescimento. A receita líquida total apresentou crescimento de 3,5%, dada a elevação de 4,5% no segmento madeira, impactada pelo desempenho das vendas no mercado interno. O segmento de tintas registrou no 2T17 decréscimo de 5,6% na receita líquida, comparativamente ao mesmo período de 2016, resultado do menor volume de vendas. O EBITDA recorrente aumentou 2,5%, com margem EBITDA de 18,1%, ante 18,3% obtido em igual período do ano anterior, refletindo os menores volumes de vendas em relação às despesas do período. Por fim, o lucro líquido apresentou forte retração de 83,7%, tanto pelo menor desempenho operacional quanto por maiores despesas financeiras. Acreditamos que suas ações tendem a ficar no campo negativo.

BrPharma (BPHA3) continua reportando fraco desempenho. A companhia apresentou fraco resultado neste 2T17, com queda de 53,6% na receita líquida, EBITDA ainda negativo e crescimento no prejuízo líquido. Neste trimestre em análise, a BrPharma continua sendo afetada pela redução das vendas, e maiores despesas dado o fechamento de lojas. A companhia vem fazendo esforços para equilibrar sua atual estrutura de capital, tanto que no decorrer do 2T17 realizou captação de R$ 409 milhões por meio da emissão de debêntures, alterando o perfil de endividamento para o longo prazo. Acreditamos que suas ações irão performar negativamente no pregão de hoje, dado o seu ainda sofrível desempenho.

Desempenho dentro das expectativas da Anima (ANIM3). A instituição de ensino reportou números em linha com as previsões para esse segundo trimestre de 2017. O crescimento de 8,3% sobre o 2º Trim/16 na receita líquida veio dentro das estimativas e, pelo bom controle de gastos operacionais, houve avanço de 12,2% no EBITDA ajustado, assim como as menores despesas financeiras contribuíram para o salto de 49,0% no lucro líquido entre os períodos. Dessa maneira, entendemos que o mercado deverá receber bem seus resultados, mas não deverá reagir fortemente.

Trimestre apenas regular da Alliar (AALR3). A empresa de medicina diagnóstica apresentou números um pouco melhores, porém dentro das previsões. A receita líquida subiu 11% e o EBITDA ajustado pelas recentes aquisições aumentou 13%, ambos em relação ao 2º Trim/16. Enquanto que a linha final da sua DRE apresentou reversão do prejuízo de R$ 5,6 milhões para lucro líquido de R$ 4,7 milhões neste trimestre. Ainda assim, não vemos o resultado como um catalisador de curto prazo para as ações AALR3.

Sólidos resultados operacionais da Rumo Logística (RAIL3), o que também favorece sua controladora Cosan Logística (RLOG3). A companhia de logística teve uma boa performance operacional neste segundo trimestre de 2017. Houve avanço de 9,4% na receita líquida e de surpreendentes 23,5% no EBITDA, ambos em relação ao 2º Trim/16. Porém, o resultado líquido seguiu negativo, no entanto, um pouco menor ao registrar prejuízo de R$ 30,2 milhões, em razão das menores despesas financeiras no período. Diante da boa performance operacional, esperamos uma reação positiva no pregão de hoje, tanto de RAIL3 como de RLOG3.

Desempenho consistente da Senior Solution (SNSL3). Ao consolidar as relevantes aquisições feitas e promover ajustes nas operações para elevar sua rentabilidade, a Senior apresentou um ótimo resultado em bases ajustadas por tais eventos. A receita líquida saltou 60,0% entre os segundos trimestres de 2016 e 2017, o EBITDA ajustado mais do que dobrou (+115,9%), enquanto que o lucro líquido ajustado subiu 40,8%. Isso ocorreu, sobretudo, em virtude da incorporação da ATT/PS que ainda opera em patamar de rentabilidade inferior ao da Senior Solution. De toda a forma, acreditamos que as ações SNSL3 deverão continuar o movimento de alta em razão de seus resultados, bem como pela migração para o Novo Mercado da B3 onde as ações serão negociadas a partir do próximo dia 17.

Prejuízo da Oi (OIBR4) quadruplica. A operadora de telefonia apresentou números piores que as expectativas de mercado. Na comparação com o 2º Trim/16, a receita líquida caiu 10,5%. Diante do forte corte de gastos operacionais, o EBITDA de rotina foi a surpresa positiva dessa divulgação, pois cresceu 6,4% sobre o 2º Trim/16. Contudo, o prejuízo líquido das operações continuadas foi de R$ 3,3 bilhões nesse trimestre, ante os R$ 822,0 milhões registrados um ano antes, refletindo as despesas financeiras extremamente altas da empresa. Seguimos acompanhando de perto a situação da Oi, mas acreditamos que a tendência de alta volatilidade em seus papéis permanecerá em virtude das inúmeras incertezas que cercam a companhia.

Prumo Logística (PRML3) reporta mais um prejuízo. A controladora do Porto de Açú seguiu operando no vermelho por mais um trimestre. A companhia registrou prejuízo de R$ 222,8 milhões, revertendo o resultado positivo de R$ 55,9 milhões no 2T16. Os ativos PRML3 tendem a ficar pressionados, no entanto, o processo de fechamento de capital é, de fato, o que vem balizando a performance de suas ações em Bolsa.

Trimestre ruim da Santos Brasil (STBP3). Dando sinais de que o pior ainda não passou, a companhia apresentou queda de 5,5% na receita líquida, o EBITDA recorrente caiu 71,7% e aumentou o prejuízo de R$ 5,7 milhões no 2º Trim/16 para o resultado negativo em R$ 20,7 milhões. Com os números aquém do esperado, os papéis STBP3 deverão reagir negativamente hoje em Bolsa.

Resultado da Time For Fun (SHOW3) foi bom, mas comparação trimestral é desfavorável. A companhia apresentou seu desempenho no 2º Trim/17, onde foram vendidos 591 mil ingressos, total bastante inferior em relação ao mesmo período do ano passado. Dessa forma, a análise entre esses trimestres, na qual se observa queda de 24% na receita líquida, fica um tanto distorcida. Olhando para a geração de caixa medida pelo EBITDA, houve avanço de 14,0% entre os períodos e expressiva elevação do lucro líquido que saiu de R$ 3,2 milhões para R$ 7,2 milhões, mesmo com o calendário de eventos mais favorável no 2º Trim/16. De qualquer modo, acreditamos que o desempenho apresentado pela Time For Fun poderá trazer boa reação para os seus papéis hoje em Bolsa.

Já o resultado da CVC (CVCB3) ficou ligeiramente acima do esperado. Na análise comparativa pró-forma (em razão das aquisições da Rextur e Submarino Viagens), a receita líquida subiu apenas 7,5%, enquanto que o EBITDA avançou 20,9% e o lucro líquido 56,1%. Essas variações vieram um pouco além do que o mercado aguardava, portanto, esperamos reação positiva dos ativos CVCB3 no pregão de hoje.

Resultado da Randon (RAPT4) denota início da recuperação. Apesar do mercado de implementos rodoviários seguir em retração, a companhia conseguiu entregar números mais consistentes neste trimestre. A ampliação de seu market share, em razão do lançamento de novos produtos e da menor concorrência, e o aumento na produção de caminhões, devido ao avanço das exportações, propiciou o crescimento da receita líquida. Já as iniciativas adotadas para redução de custos contribuiu para o ganho de 1,1 p.p. na margem EBITDA, frente ao 2T16, enquanto o lucro líquido foi beneficiado pela redução das despesas financeiras no trimestre em análise. Seus papéis devem reagir de forma positiva a tal desempenho, que superou as estimativas do mercado.

Taesa (TAEE11) tem resultado resiliente, sem novidades. Os números regulatórios da companhia não trouxeram grandes novidades. O faturamento se mostrou resiliente, mesmo com a redução de 50% na Receita Anual Permitida - RAP dos empreendimentos, conforme previsto em contrato de concessão, com a revisão tarifária da RAP, em 7,5%, e normalização no desconto por indisponibilidade das linhas (que foi afetado de forma não recorrente no 2T16) compensando essa queda. A margem EBITDA regulatória atingiu 88,8% neste trimestre, alta anual de 1,8 p.p. Essa divulgação não deve trazer influência expressiva para os ativos TAEE11.

Ultrapar (UGPA3) divulga números aquém do esperado. Quase todos os segmentos de negócio da Ultrapar apresentaram desempenho fraco neste trimestre, com exceção da Ultragaz, que continuou colhendo bons frutos da estratégia de diferenciação e inovação para fidelização e captura de novos clientes. Na Ipiranga, houve impacto negativo nos estoques, em razão da redução nos custos com combustíveis, pela nova política de preços da Petrobras, além da contínua redução no volume de vendas de diesel. A Oxiteno sofreu com a valorização do real frente ao dólar e por problemas técnicos, não recorrentes, na repartida de uma planta. A Ultrapar anunciou distribuição de R$ 0,85 por ação em dividendos, com um yield de cerca de 1,2% e data ex no próximo dia 17/08. Suas ações devem reagir de forma negativa a tal divulgação.

Cosan (CSAN3) também decepciona. A nova política de preços da Petro também trouxe impacto negativo para os estoques a Raízen Combustíveis. A companhia continuou ganhando espaço nesse segmento, com volume de vendas de Ciclo Otto e diesel crescendo na comparação anual, todavia, os preços mais baixos pressionaram o EBITDA e as margens da área. Na Raízen Energia, o impacto negativo adveio da retração no volume de moagem, em função do maior volume de chuvas no início do trimestre. Com esse desempenho aquém do esperado, seus papéis também devem ficar pressionados no pregão de hoje.

Prejuízo da CPFL Renováveis (CPRE3) aumenta. A companhia viu seu prejuízo aumentar para R$ 71,7 milhões neste trimestre, bem como a margem EBITDA diminuir em 4,5 p.p. frente ao 2T16. O aumento dos custos com compra de energia, serviços de terceiros e a baixa de um ativo intangível explicam, em boa medida, tal desempenho. Outro destaque, negativo, ficou com o fator de capacidade real de seus parques eólicos que, tanto em 12 quanto em 24 meses, ficou aquém do fator de capacidade certificado. Todavia, tal divulgação deve trazer impacto apenas marginalmente negativo para seus ativos em bolsa.

Energisa (ENGI11) volta a registrar lucro. O maior volume de venda de energia, puxado principalmente pela Energisa Mato Grosso, aliado a revisão tarifária e a redução nas perdas contribuiu para o crescimento dos resultados nesse trimestre. Ademais, também houve queda nos custos com encargos, devido ao menor despacho termelétrico, e com provisões e contingências, enquanto a menor despesa financeira beneficiou o resultado final. Suas ações podem responder de forma positiva a tal resultado.

Vale (VALE5) conclui venda de ativos. Ao concluir a alienação de dois navios VLOCs, com capacidade de 400 mil toneladas, para o Bank of Communications Finance Leasing, a mineradora anunciou o recebimento de cerca de US$ 178 milhões. Além disso, a Vale reiterou que "está negociando a venda dos outros dois navios VLOC remanescentes, o que é consistente com a sua estratégia de fortalecer o balanço e focar nos ativos core". A notícia não deve trazer influência significativa para seus papéis hoje, que podem ser favorecidos pela alta na cotação do minério de ferro na China.

SLC Agrícola (SLCE3) reporta excelente desempenho. A companhia apresentou bom desempenho neste 2T17, com forte crescimento de 62,4% em sua receita líquida, 339% no EBITDA e reverteu o prejuízo para lucro líquido, sempre na comparação com o 2T16. Este bom resultado reflete o crescimento acima das expectativas em todas as suas safras (algodão, soja e milho). Além disso, as perspectivas para a nova safra, que será plantada a partir de setembro, continuam positivas, visto que está se consolidando a previsão de clima neutro (ausência de El Niño ou La Niña), gerando expectativa de produtividade normal. Desta forma, acreditamos que suas ações irão performar positivamente no pregão de hoje.

Eternit (ETER3) apresenta fraco resultado. A companhia apresentou queda de 19,8% em sua receita líquida, e EBITDA negativo neste período além de aumentar o prejuízo em 16% na comparação anual. Este desempenho reflete a redução dos volumes vendidos em todos os seus negócios e a maior despesa financeira no período. Acreditamos que a suas ações irão performar negativamente no pregão de hoje. 
 

AGENDA DE DIVIDENDOS
 


AGENDA DE RESULTADOS
 

Bons negócios.


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