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24/10/2017

Diário Matinal Coinvalores - 24 de outubro de 2017

 

Bom dia,

1Prévia da sondagem da indústria avança em outubro. A prévia da sondagem da indústria apresentou alta de 1,9 ponto, ficando em 94,7 pontos, o maior desde abril de 2014. Este melhor resultado advém da melhora nas avaliações sobre o momento presente. Com o índice da situação atual, subindo para 95 pontos, enquanto o índice de expectativas acabou apresentando redução, caindo 0,4 ponto, para 94,5 pontos. E o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), elevou-se em 0,7 p.p., em relação ao mês anterior, ficando em 74,6%.

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O PMI composto da zona do euro teve leve desaceleração. O PMI composto da zona euro apresentou redução em outubro, ficando em 55,9 pontos contra 56,7 no mês anterior, segundo informações preliminares do IHS Markit. Apesar da queda de 0,80 p.p. no índice, neste mês, a criação de postos de trabalho veio forte. Este resultado ficou abaixo da expectativa do mercado, que esperava que o indicador ficasse em 56,5. Quem mais contribuiu para este resultado foi o setor de serviços, que caiu para 54,9 pontos, ante os 55,8 de setembro. O setor industrial acelerou, atingindo 58,6 contra os 58,1 pontos, ficando bem acima das expectativas de mercado de 57,8. Já os países que mais impulsionaram o crescimento em outubro foram a França e a Alemanha, superando os demais países da Zona Euro. O índice da Alemanha atingiu os 56,9 pontos em outubro e o francês acelerou para 57,5 pontos.

PMIs também são destaque nos EUA. Na agenda norte-americana dessa terça-feira temos a divulgação prévia dos PMIs industrial e do setor de serviços e a sondagem industrial de Richmond, ambos referente a outubro. Esses indicadores podem denotar certo arrefecimento frente a leitura anterior, todavia, ainda assim, pouco alteram a percepção positiva para o desempenho econômico  do país, tampouco devem influenciar as apostas em torno da trajetória dos juros por lá. Dessa forma, os investidores seguem atentos à evolução da proposta de incentivo fiscal no Senado e aos rumores sobre o futuro comandante do Fed.

Bolsas sem direção única. Na Ásia, a maior parte dos índices fechou no campo positivo, após o fim do congresso do Partido Comunista no gigante asiático confirmar o status do atual presidente. O Nikkei, do Japão, seguiu em alta, ainda repercutindo o desfecho positivo das eleições parlamentares. Já na Europa, não há uma tendência clara nesta manhã, com as Bolsas oscilando entre leves altas e baixas, apesar dos indicadores aquém do esperado, como comentamos acima.
 

 

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Forte trimestre da Fibria (FIBR3). Abrindo a temporada de balanços, a companhia entregou um resultado operacional muito sólido, até acima do esperado no tocante a margens. Expectativa de um forte top line se confirmou por conta dos reajustes praticados no ano e pelo câmbio ainda favorável, mesmo com ligeira queda nas vendas na comparação com o 2T17. O que surpreendeu foi o EBITDA bem acima do esperado, com margem de 49% contra 45% há apenas três meses. O custo caixa por tonelada foi de R$ 610, bem abaixo dos R$ 660 do 2T17 e também dos R$ 638 do 3T16. Com a entrada em operação da linha Horizonte 2, a expectativa é que o custo caixa de produção da celulose continue caindo. Como esperado, a variação cambial trouxe um efeito positivo no resultado financeiro da Fibria, de R$ 377 milhões, ajudando a companhia a reportar um lucro líquido robusto. A geração de caixa também foi destaque, mais de 2x maior que no 2T17, o que acabou ajudando a reduzir o índice de alavancagem dívida líquida / EBITDA, que era de 3,85x há três meses e fechou o 3T17 em 3,24x. Mesmo com a expectativa já sendo de um forte resultado, esperamos que a divulgação tenha um impacto positivo nos papéis da companhia.

Distratos ainda pressionam a Helbor (HBOR3). A incorporadora divulgou sua prévia operacional do 3T17 com vendas de R$ 164 milhões e distratos de R$ 114 milhões, o que resulta em vendas líquidas em um patamar bem diminuto. A companhia não lançou qualquer empreendimento no trimestre, focando em venda de estoques. Daí vem a boa notícia do trimestre, que boa parte das vendas foi de estoque pronto, o calcanhar de Aquiles das construtoras no atual momento. Sem grandes novidades, não vemos a divulgação tendo um impacto muito relevante nos papéis.

Consumo segue resiliente na Energisa (ENGI11). O volume de venda de energia no mercado cativo aumentou 2,8% em setembro, frente ao mesmo período de 2016, com o aumento da demanda nas classes residencial, comercial e rural mais do que compensando a expressiva queda na área industrial. Também houve elevação significativa nas vendas ao mercado livre. Em termos regionais, o destaque continua sendo o desempenho positivo em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já no acumulado do terceiro trimestre, houve avanço de 3,9% no volume total distribuído (cativo e livre), frente ao 3T16, o que perfaz boas perspectivas para o resultado do período, que será divulgado no próximo dia 14/11, após o fechamento do mercado. Seus papéis podem reagir de forma positiva no pregão de hoje.

Forte captação de alunos da Ser Educacional (SEER3). A instituição de ensino superior apresentou os números da captação de alunos no 2º Sem/17 em que foram matriculados 23,1 mil novos alunos de graduação em comparação aos 18,4 mil ingressantes no mesmo período de 2016. O destaque do trimestre foi, mais uma vez, o segmento de ensino à distância, que teve crescimento de 77,0%, tendo matriculado 5,7 mil alunos, comparado a 3,2 mil alunos no 2º Sem/16 e que ainda possui grande potencial de escala para as operações da companhia. O segmento de graduação presencial registrou elevação de 15,0% em suas matrículas. Esse aumento ocorreu, principalmente, em virtude do credenciamento de novos cursos e das 17 unidades inauguradas até agosto deste ano. As ações SEER3 deverão reagir positivamente em bolsa hoje.
 

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Bons negócios.


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