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Notícias

21/11/2017

Diário Matinal Coinvalores - 21 de novembro de 2017

 

Bom dia,

1Prévia do IGP-M avança em novembro. O índice geral de preços registrou, na segunda prévia de novembro, variação de 0,37% contra os 0,30% do mesmo período do mês anterior. Com a contribuição dos indicadores IPA e do INCC que avançaram, ficando em 0,43% ante os 0,36% e de 0,28% contra os 0,11%, respectivamente, na mesma base de comparação. Já o IPC registrou variação de 0,23%, na 2ª prévia de novembro, ante 0,24% no mesmo período do mês anterior.

Agenda vazia depois do feriado. Depois da divulgação do IGP-M que avançou em novembro, teremos somente os dados da Serasa de indicador de demanda do consumidor por crédito. Mas, mesmo em meio ao feriado, ontem saíram os dados do Boletim Focus, mostrando um leve aumento nas projeções para a taxa de câmbio para o final do ano, saindo de R$ 3,19 para R$ 3,20 e para o PIB de 2018, saindo de 2,50% para 2,51%, já para 2017 ficou inalterado em 0,73%. Além disso, tivemos a divulgação do IBC-Br, que segue em trajetória de crescimento, mostrando elevação de 0,58% entre julho e setembro, em comparação com o segundo trimestre de 2017.

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Agenda americana. Nessa terça, alguns indicadores no radar dos investidores, com destaque para o índice de atividade, divulgado pelo Fed de Chicago, mas que abrange todo o EUA. Além disso, a associação nacional dos corretores imobiliários divulga os dados de vendas de moradias usadas. Os dois indicadores correspondem a outubro. À noite, o mercado acompanha entrevista da chair do Fed, Janet Yellen, na NYU.

Bolsas no azul lá fora. Em um dia agitado na Europa, as principais Bolsas operam no campo positivo por lá, mesmo com notícias não muito positivas vindo do campo político alemão, com a Primeira Ministra Angela Merkel quebrando a cabeça para formar uma coalizão de governo. Por outro lado, notícia da Bloomberg dá conta de que nenhuma grande mudança no cronograma de normalização da política monetária na Europa deve ser feita no próximo ano. No máximo alguns pequenos ajustes seriam necessários. No Reino Unido, as notícias são mais positivas para a Primeira Ministra Theresa May, que teria se fortalecido com o apoio de alguns ministros relevantes para as próximas rodadas de negociação do Brexit. Vale lembrar que o feriado de Thanksgiving, na quinta, deve reduzir bastante a liquidez dos mercados durante toda a semana.
 

 

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Cemig (CMIG4) anuncia reperfilamento de dívida. Foi celebrado com seus principais credores um acordo para refinanciar suas dívidas de curto e médio prazo, representando até R$ 4 bilhões. Os valores que venceriam a partir de 2017 foram trocadas por novas dívidas com amortização em 36 meses, a partir de 2019. O custo, segundo a elétrica, "está em linha com as taxas praticadas pelo mercado para empresas do porte", sem dar mais detalhes. De toda forma, suas ações devem responder de forma positiva à novidade, que visa reequilibrar sua estrutura financeira.

Taesa (TAEE11) e Alupar (ALUP11) anunciam aquisição. A Taesa celebrou contrato, com a Apollo 12 Participações, para aquisição de 24,95% do capital social da IB Transmissora de Energia Elétrica, por R$ 2,922 milhões. Além disso, a Empresa Norte de Transmissão de Energia, controlada em conjunto da Taesa e Alupar, adquiriu outros 50,1% do negócio, pelo montante de R$ 5,867 milhões. Dessa forma, a Taesa passa a ter direta e indiretamente 49,99% do capital social da IB, enquanto que a Alupar terá participação indireta de 25,06%. A IB é uma sociedade de propósito específico, detentora da concessão do Lote M, localizado na Bahia, cujo CAPEX estimado pela ANEEL é de R$ 367,9 milhões e a Receita Anual Permitida é de aproximadamente R$ 59,6 milhões. Os papéis TAEE11 e ALUP11 devem responder de forma marginalmente positiva.

Faturamento da Randon (RAPT4) segue em recuperação. A companhia anunciou os dados operacionais referentes ao mês de outubro, onde a receita líquida consolidada atingiu R$ 291,0 milhões, o que corresponde a um crescimento de 34% em doze meses. Já no acumulado do ano, a alta é mais moderada, de 7,0% frente ao mesmo período de 2016. A divulgação deve dar fôlego para o desempenho de suas ações no curto prazo.

Vale (VALE5) realiza novo desinvestimento. A mineradora alienou a Vale Cubatão Fertilizantes, que atualmente opera os ativos de nitrogenados e fosfatados, para a Yara International. A venda foi por US$ 255 milhões, que serão pagos em dinheiro na conclusão da operação, prevista para o segundo semestre de 2018. A transação está sujeita a diversas condições precedentes, inclusive autorização do CADE e outras autoridades e está alinhada com a atual estratégia de desinvestimento em áreas não estratégicas da Vale. Ademais, a companhia anunciou que o Ministério Público Federal, a pedido da Samarco Mineração, prorrogou o prazo para a celebração de um novo termo de acordo entre as partes até 20 de abril de 2018. As novidades devem favorecer o desempenho de seus ativos em bolsa.

Fitch reafirma ratings da Localiza (RENT3). A agência de classificação de risco reafirmou as notas da companhia em AAA em escala nacional e BB em moeda estrangeira. No entanto, as perspectivas das notas são diferentes, enquanto o rating em moeda local tem avaliação estável, a classificação externa tem perspectiva negativa, em linha com a avaliação da nota soberana do país pela Fitch. De todo modo, entendemos que a classificação bastante elevada do rating da Localiza não deve gerar preocupações para seus acionistas.

Locamerica (LCAM3) prepara emissão de notas comerciais. A empresa pretende levantar até R$ 150,0 milhões com os títulos de dívidas que terão vencimento em 2021. De acordo com a Locamerica, os recursos serão totalmente destinados ao reforço de caixa utilizado no curso normal de seus negócios. Como destacamos na publicação matinal da última sexta-feira, a companhia também está em processo de emissão de debêntures no montante de R$ 100,0 milhões. O contexto atual do setor é favorável para a tomada de dívidas, pois as empresas têm conseguido crescer suas operações e entregar maior geração de caixa e rentabilidade, além de verem o custo de suas dívidas se reduzirem cada vez mais. Acreditamos que ambas as emissões da empresa ocorram sem grandes dificuldades, o que tende a beneficiar seus ativos em bolsa no curto prazo.

Publicamos o relatório de análise especial da Movida (MOVI3). A companhia realizou sua reunião pública anual, onde destacou o desempenho de cada unidade de negócio e sua situação financeira atual, além das estratégias que estão sendo executadas pela administração da empresa. Neste trabalho foram abordados os principais detalhes do evento e nossa visão sobre os ativos MOVI3, confira clicando aqui.
 

AGENDA DE DIVIDENDOS
 

Bons negócios.


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