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10/05/2018

Diário Matinal Coinvalores - 10 de maio de 2018

 

Bom dia,

Inflação apresentando alta. O IPCA de abril que variou 0,22%, ficando 0,13 p.p. acima do resultado de março. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas comunicação apresentou deflação em abril. No acumulado do ano, o IPCA está em 0,92% e no acumulado dos últimos 12 meses, em 2,76%. O IGP-M também acelerou, ficando em 1,12% na primeira prévia de maio, contra os 0,18% no mesmo período do mês anterior. Este resultado ficou bem acima das projeções de mercado que aguardavam por uma alta de 0,53%.

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Banco central britânico mantém os juros. Confirmando o esperado, a taxa básica de juros permaneceu em 0,5% a.a., com sete dos nove membros da autoridade monetária votando a favor da manutenção. Contudo, as sinalizações dadas pelo comitê de que a economia do Reino Unido tende a ganhar tração mais adiante e que a inflação está se acelerando em meio às negociações do Brexit, indicaram para uma provável subida dos juros ainda neste ano. Já a produção industrial em março teve tímida alta de 0,1% frente ao mês de fevereiro, vindo em linha com as previsões de mercado.

Inflação em destaque na agenda dos EUA. Saem agora cedo os dados do CPI de abril, cujas estimativas indicam para uma aceleração na alta nos preços aos consumidores norte-americanos, o que poderá pressionar o Fed em sua condução da trajetória dos juros e influenciar os mercados bursáteis hoje. Além dos dados sobre a inflação, teremos a divulgação semanal de pedidos de auxílio desemprego, um bom sinalizador para a dinâmica do mercado de trabalho por lá, mas que deve ter pouco impacto para os mercados que monitoram bem mais de perto os desdobramentos da saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã.

Sessão amena nas principais Bolsas mundiais. Na esteira da subida do petróleo, os mercados asiáticos fecharam em leve alta nesta quinta-feira, enquanto na Europa os índices acionários oscilam pouco. A agenda dos EUA, que detalhamos anteriormente, tende a movimentar mais as Bolsas no decorrer do pregão de hoje.
 

 

aBom resultado da Sonae Sierra (SSBR3). A companhia entregou elevação na receita com ganhos de margens nesse trimestre. Destaque para a elevação de 7,0% no aluguel médio por m² na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Além disso, os indicadores de vendas mesmas lojas e aluguel mesmas lojas mostraram avanço de 3,7% e 3,2%, respectivamente. Com o bom resultado operacional e a queda dos juros, o FFO, lucro líquido ajustado do setor, saltou 44,3% frente o 1T17. Esperamos reação positiva do mercado.

Wiz (WIZS3) tem mais um trimestre pressionado. A companhia teve um trimestre muito parecido com o 4T17, bastante impactado pela redução no ritmo de concessão de crédito habitacional pela Caixa, que afeta as principais linhas de negócio da Wiz. Além disso, novamente observamos uma pressão do G&A reduzindo as margens da empresa, que apresentou elevação no top line na comparação com o 1T17, mas viu o EBITDA cair, mesmo se desconsiderarmos efeitos não recorrentes desse trimestre. Acreditamos que os números serão mal recebidos pelo mercado.

Resultado sólido da Azul (AZUL4). A cia aérea conseguiu entregar um bom resultado mesmo com a pressão no preço dos combustíveis. Ainda que essa elevação nos custos tenha custado parte do ganho de margens visto no decorrer do ano passado. Na comparação com o 1T17, a margem EBIT subiu de 11,1% para 12,5%, mas esses 12,5% estão abaixo dos 13,6% observados no 4T17. Os papéis já têm sofrido muito por conta especialmente do rally recente do petróleo e os demais aspectos do resultado vieram bem positivos, como bom crescimento no top line e redução do endividamento, então a divulgação pode ajudar a quebrar a sequência negativa dos papéis, ainda que o preço da commodity siga sendo um risco importante no curto prazo.

Resultados da Mills (MILS3) apresentam melhora. A companhia ainda entregou números bem tímidos, mas com melhora tanto na comparação com o 1T17 quanto com o 4T17. Destaque para a alta de 19,5% no top line na comparação anual (em cima de uma base muito fraca, é verdade) e EBITDA de volta para o azul, considerando ou não os efeitos não recorrentes. A utilização da capacidade da companhia seguiu muito baixa, pior que o 1T17 até, mas o aumento do ticket médio mais do que compensou a estagnação nos volumes. São sinais positivos, mas a companhia ainda tem um longo caminho pela frente. Ainda consideramos o risco atrelado aos papéis da empresa muito elevado.

Resultados sem grandes surpresas do BB (BBAS3). Redução na margem financeira já era esperada tanto na comparação com o 1T17 quanto com o 4T17. No tocante à PDD o banco teve uma forte melhora na comparação com o 1T17, com queda de 26,3% nas despesas com PDD, mas que veio um pouco acima do 4T17 mesmo com a redução na inadimplência, que segue um pouco acima da média do SFN. Como resultado, houve uma queda de 5,1% no lucro líquido ajustado na comparação com o trimestre anterior e ROE também mais pressionado. Não esperamos uma grande reação do mercado aos números, mas vemos chance de uma realização dos papéis.

Números mais positivos da Valid (VLID3). O principal destaque no trimestre foi o bom controle de custos e despesas que levou a uma boa evolução nas margens da Valid. A margem EBITDA saltou 2,8 p.p. em três meses e 4,8 p.p. na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. A receita líquida mostrou avanço de 7,8% na comparação com o 1T17, com colaboração de todos os segmentos, mas os números das divisões mobile e meios de pagamentos ainda estão aquém do ideal. Por fim, o endividamento da Valid continua sob controle, com o indicador dívida líquida / EBITDA em 1,7x. Acreditamos que os papéis devem responder positivamente à divulgação.

São Carlos (SCAR3) tem trimestre um pouco mais positivo. Após um resultado que consideramos ruim no 4T17, a companhia voltou a mostrar números melhores, com margens ainda pressionadas pela retração na receita, mas bem acima das apresentadas há três meses. A vacância ainda é um ponto de atenção, fechou o trimestre em 14,7%, acima dos 12,9% de um ano atrás, mas explicada pela venda de empreendimentos com vacância baixa, o que acaba piorando a média geral. Considerando a mesma base, a vacância ficou em linha com a de março/17. A venda de edifícios também explica a retração na receita, já que ela ficou estável considerando a mesma base de ativos. Ainda assim, a São Carlos acabou apresentando prejuízo no bottom line, de R$ 800 mil. Lembrando que todas as comparações são feitas com base no resultado recorrente, sem contabilizar as vendas de ativos. Não esperamos uma reação muito forte do mercado aos números.

Trimestre consistente da Senior Solution (SNSL3). Ao consolidar as relevantes aquisições feitas e promover ajustes nas operações para elevar sua rentabilidade, a Senior apresentou um ótimo resultado em bases ajustadas por tais eventos. A receita líquida teve uma leve alta de 1,9% entre os primeiros trimestres de 2017 e deste ano, enquanto que o EBITDA ajustado saltou 25,4% diante das sinergias capturadas das aquisições. Justamente por essas compras, a posição de caixa da companhia se reduziu e seu resultado financeiro não contribuiu tanto para a linha final da DRE que registrou avanço de 9,1% frente ao 1º Trim/17. Como destacamos ontem, acreditamos que as ações SNSL3 deverão continuar o movimento de alta hoje em bolsa pela confirmação do seu bom desempenho.

Resultado sensivelmente melhor da TOTVS (TOTS3). Como comentamos ontem, o balanço do 1º Trim/18 da desenvolvedora de softwares ainda deveria ser frágil no que tange ao crescimento das operações, mas em relação a sua rentabilidade esperávamos ganhos na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Os números reportados vieram nesse sentido, porém em linha com as projeções de mercado o que tende a não influenciar tão fortemente os ativos TOTS3 na sessão de hoje. Frente ao 1º Trim/17, a receita líquida ficou praticamente igual (+0,5%) como reflexo da baixa demanda no segmento de softwares e, sobretudo, em função do declínio na venda de hardwares (Bematech) que viu sua receita líquida tombar 23,3% em um ano. Contudo, a contenção de gastos, principalmente com o quadro de pessoal, levou ao avanço de 7,4% no EBITDA ajustado e de 9,3% no lucro líquido ajustado.

Desempenho regular da Anima (ANIM3). A instituição de ensino reportou números abaixo das estimativas que destacamos na publicação matinal de ontem. Sobre o 1º Trim/17, até houve um pequeno avanço de 3,9% na receita líquida, porém ao custo da redução (-0,3%) no ticket médio das mensalidades, uma vez que a evolução na base total de alunos foi de 4,8% entre os períodos. Esse efeito associado aos maiores gastos operacionais levou a queda na rentabilidade da companhia, com o EBITDA caindo 4,7% e o lucro líquido -8,7%, ambos ajustados e na mesma base de comparação. Esperamos reação negativa dos papéis ANIM3 hoje.

Novos patrocínios continuam beneficiando desempenho da Time For Fun (SHOW3). A companhia apresentou seu resultado do 1º Trim/17, onde houve crescimento de 41,3% na receita líquida, puxada pelo faturamento com patrocínios que saltou 70% na comparação com o 1º Trim/17, mas também pelo calendário de eventos que elevou em 59% o faturamento desse segmento. No entanto, maiores custos na promoção de eventos levaram ao avanço do EBITDA (32,0%) ser inferior ao registrado na receita líquida. Em razão do menor abatimento de impostos, o lucro líquido diminuiu 15,5% no confronto anual. Em nossa visão, o bom desempenho operacional da T4F poderá trazer reação positiva para os seus papéis em bolsa.

Expressivo ganho de rentabilidade da Movida (MOVI3). A companhia de locação de veículos tem se beneficiado da retomada do setor e do ciclo de expansão dos seus negócios iniciado desde sua aquisição pelo grupo JSL (JSLG3), mas o destaque no 1º Trim/18 foi a elevação das margens da companhia. Na comparação com o 1º Trim/17, a receita líquida ficou estável (+0,8%) apesar do forte avanço de 16,4% na locação de veículos que foi compensada pela redução de 9,0% na venda de ativos. Já o EBITDA saltou 20,1% e o lucro líquido 30,2% diante da alavancagem operacional, que está cada vez mais sendo capturada pela companhia. Seus números ficaram acima das previsões e, por isso, esperamos reação positiva de seus papéis hoje em bolsa.

Resultado da Taesa (TAEE11) não traz novidades, distribuição de dividendos é destaque. Os números da companhia foram ligeiramente mais fracos neste trimestre, com o EBITDA regulatório recuando 5,4% em doze meses, sobretudo em razão da redução de 50% na Receita Anual Permitida de dois empreendimentos, conforme previsto em contrato de concessão. Todavia, na margem EBITDA regulatória a retração foi menor, com o índice saindo 89,9% registrados no 1T17 para 89,2% agora. Junto aos resultados a companhia anunciou a distribuição de dividendos e JCP no montante líquido de R$ 0,7082 por unit, correspondente a um yield de 3,5% sobre o fechamento de ontem. Papéis ficam ex proventos a partir da próxima terça-feira (15/05) e o pagamento ocorrerá ainda esse mês, no dia 23.

Queda na produção afeta resultado da Braskem (BRKM5). O resultado aquém do esperado da Braskem nesse início de ano se deve principalmente a uma série de paradas não programadas, realizadas em função, principalmente, do inverno mais rigoroso nos EUA e da interrupção do fornecimento de energia aqui no Brasil, em março. Assim o nível de utilização da capacidade instalada foi menor, fato que aliado à expressiva alta nos custos com matéria prima pressionou a margem. Do lado positivo, a demanda seguiu em franca recuperação, com alta de 7% no mercado interno, frente ao 1T17, e a o spread de resinas seguiu em trajetória de alta, tanto aqui quanto lá fora. Destaque também para a robusta geração de caixa livre no trimestre, que atingiu R$ 1,8 bilhão, frente aos R$ 423 milhões registrados há doze meses. Como o desempenho mais fraco neste trimestre se deu em reflexo de questões pontuais, que não alteram a perspectiva de bons números nas próximas divulgações, o mercado tende a reagir de forma apenas marginalmente negativa.

Comgás (CGAS5) tem bom desempenho. A despeito da alta no custo do gás e transporte, que é atrelado à cotação do petróleo, a companhia apresentou mais um trimestre sólido, com crescimento anual de 52,4% no lucro líquido normalizado. O volume sem termogeração avançou 6,3% ante o 1T17, com a demanda da classe residencial sendo impulsionada pela menor temperatura média registrada esse ano, enquanto o maior dinamismo da atividade econômica favoreceu a demanda comercial e industrial. Ademais, o controle sobre despesas e a menor despesa financeira do trimestre propiciaram o melhor desempenho. As ações CGAS5 devem reagir de forma positiva aos resultados.

Energias do Brasil (ENBR3) também apresenta bom resultado. Além do maior consumo na área de distribuição e dos reajustes tarifários, os números da elétrica também foram favorecidos pelo maior volume de comercialização de energia, pela entrada em operação antecipada da usina hidrelétrica de São Manoel e pelo controle das despesas gerenciáveis. Com isso, o EBITDA consolidado avançou 19,5% ante o 1T17, com ganho de 3,8 pontos percentuais na margem EBITDA, que ficou em 27,1%. Os papéis da companhia devem reagir de forma positiva ao balanço, que superou as estimativas do mercado.

Minerva (BEEF3) reporta operacional positivo. Mesmo com um cenário ainda bem volátil para o setor, a companhia conseguiu reportar elevação em sua receita líquida que ficou 64,9% superior à apresentada no mesmo período do ano anterior. Com todas as divisões apresentando crescimento, sendo que 46% deste total foram gerados pela divisão Brasil, 40% foi gerado pela divisão internacional, e o restante, 14% pela divisão Trading. No período em análise, as exportações responderam por 63% da receita consolidada, explicada pelo impacto sazonal de menor demanda por carne bovina no mercado interno. O EBITDA Ajustado por itens não-caixa e não-recorrentes cresceu 44,3% se comparado ao 1T17. No entanto, o seu resultado final foi afetado pela piora no resultado financeiro. Para o restante do ano, a companhia se mantém confiante com o seu negócio, tanto que manteve sua estimativa para receita líquida consolidada para o ano de 2018, no intervalo de R$ 14,5 bilhões a R$ 15,0 bilhões. A Minerva também acabou enfatizando que as tratativas com alguns países no intuito de abrir o mercado de carnes de boi continuam bem positivas.

SLC Agrícola (SLCE3) reporta resultado recorde. No campo operacional, com a colheita de soja superior em 11,8% à estimativa inicial e a melhora tanto em milho quanto algodão, a companhia elevou sua receita líquida em 21%. O EBITDA Ajustado ficou 21,9% superior ao do 1T17, impulsionado principalmente pela melhoria nas margens do algodão faturado. Desta forma, o lucro líquido reportou forte crescimento neste trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. Para os próximos resultados, a companhia continua confiante, haja vista que a estabilidade nos custos por hectare e a produtividade 13,8% superior na safra atual, quando comparada com o ano anterior, irá elevar as margens da soja no consolidado do ano. Além disso, as lavouras de algodão e milho também apresentam bom potencial produtivo, e assim como na soja, também estão com estabilidade nos custos de produção e preços de venda fixados em patamares similares aos de 2017. Soma-se a isso a melhora nos preços de mercado em todas as culturas e também o patamar de câmbio mais elevado, trazendo boas perspectivas para os próximos resultados.

ARSESP reduz reajuste tarifário da Sabesp (SBSP3). A agência reguladora do Estado e São Paulo divulgou a nota técnica final da 2ª revisão tarifária da Sabesp, onde autoriza um aumento de 3,5%, inferior aos 4,8% divulgados na nota preliminar e que já vinham sendo contestado pela companhia. Cabe lembrar que na primeira etapa desse processo, finalizado em outubro de 2017, a alta nas tarifas foi de 7,9%. A novidade deve pressionar o desempenho da SBSP3 no curto prazo.

Boas expectativas para o resultado da JSL (JSLG3). Depois dos ótimos números da Movida (MOVI3), subsidiária da companhia, que destacamos acima, hoje após o pregão será a vez de conhecer o desempenho consolidado do grupo logístico. Em relação ao 1º Trim/17, as estimativas de mercado dão conta de um avanço próximo a 8% para a receita líquida e de 7% para o EBITDA, além da reversão do prejuízo de R$ 7,0 milhões para lucro líquido próximo a R$ 17,0 milhões neste período. Em nossa avaliação, mesmo com a recente alta, os papéis da JSL encontram-se bastante descontados em bolsa e esse resultado trimestral pode dar novo fôlego para essa trajetória de valorização dos ativos.

B3 (B3SA3) também solta seu balanço. As estimativas indicam que a Bolsa paulista irá registrar forte crescimento em termos consolidados, uma vez que os números da Cetip no 1º Trim/17 não foram incorporados totalmente ao balanço trimestral. Para a receita líquida se espera salto na casa dos 70% e já para a geração de caixa e lucro líquido estima-se que os números reportados mais do que dobrem. O panorama para as operações segue bastante positivo em razão do ciclo de queda na taxa de juros, a retomada das aberturas de capital das empresas, bem como o próprio volume maior de negociações. Neste contexto, podemos ver as ações B3SA3 no campo positivo no pregão de hoje.

Maior apreensão com o resultado da Qualicorp (QUAL3). Em razão do novo modelo de comercialização das carteiras da companhia, com maior incidência de pós-pagamentos em detrimento ao pré-pagamento do modelo anterior, que incorre em menor comissionamento imediato para a Qualicorp, as estimativas de mercado apontam para uma estabilidade na receita líquida sobre o 1º Trim/17. Porém, em meio ao controle de gastos operacionais, a previsão é de crescimento de 6% para o EBITDA e de 20% no lucro líquido, ambos na mesma base de comparação. Entretanto, a nova dinâmica operacional da companhia ainda deverá deixar seus ativos voláteis em bolsa.

Estimativas positivas para a CVC (CVCB3). A operadora de turismo deverá apresentar bom crescimento no primeiro trimestre de 2018, tanto pela evolução das suas operações quanto pelas aquisições realizadas, com destaque para o grupo Trend ao final do ano passado. Na comparação com o 1º Trim/17, estima-se que a receita líquida e o EBITDA aumentem ao redor dos 20% diante da integração das empresas, já o lucro líquido fique 40% maior entre os períodos, todos os números de acordo com a mediana das projeções de mercado. Os ativos CVCB3 poderão ficar no campo positivo na expectativa de mais um bom resultado.

E a Kroton (KROT3) apresenta seu desempenho antes da abertura de amanhã. A companhia ainda deverá mostrar resiliência em suas operações em meio ao cenário regulatório bastante apertado neste começo de ano. Embora as expectativas para a receita líquida indiquem queda 1% na comparação com o 1º Trim/17, as previsões para o EBITDA e o lucro líquido são de alta de 13% e de 9%, respectivamente. De qualquer maneira, o resultado tende a movimentar marginalmente seus papéis em bolsa que estão reagindo positivamente desde a compra do controle da Somos Educação (SEDU3) em meados do mês passado.

Expectativa positiva para o resultado da Cosan (CSAN3). O balanço da companhia será divulgado hoje, após o pregão, e deve apontar bom desempenho operacional, com o contínuo ganho de market share e a retomada, ainda que lenta, na demanda favorecendo a área de distribuição de combustíveis. A Comgás (CGAS5), como já vimos acima, também deve favorecer os números do trimestre. Tal perspectiva deve influenciar positivamente o desempenho da CSAN3 hoje.

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