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Notícias

10/09/2018

Diário Matinal Coinvalores - 10 de setembro de 2018

 

Bom dia,

Inflação avança, mas estimativas recuam. O IPC-S apresentou variação de 0,13% na primeira semana do mês, alta de 0,06 ponto percentual frente a última leitura, sobretudo por conta da aceleração dos preços do grupo alimentação. Todavia, ainda assim, as expectativas do mercado para inflação melhoraram segundo o Boletim Focus dessa semana, com a previsão para o IPCA de 2018 saindo dos 4,16% registrados há uma semana para 4,05% agora. Por outro lado, as projeções para o PIB voltaram a arrefecer, ficando na média em 1,40%.

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Confiança recua na Zona do Euro. O índice de confiança dos investidores recuou dos 14,7 pontos registrados em agosto, para 12,0 em setembro. Além das preocupações locais, com a situação política e econômica da Itália e o Brexit, por exemplo, a confiança também tem sido afetada pela fraqueza dos mercados emergentes e pelos temores relacionados à política comercial norte-americana.
   
PIB do Reino Unido avança. Em julho, o PIB da região avançou 0,3% ante o mês anterior, sobretudo pela melhora no setor de serviços e em construção civil. Já a produção industrial teve desempenho mais fraco no período, com alta de apenas 0,1% na mesma base de comparação, com o desempenho forte na área de petróleo e gás e extrativa mineral sendo parcialmente compensado pela queda em produtos farmacêuticos e têxteis.

Bolsas sem tendência única lá fora. Na Ásia, a maior parte das Bolsas fechou com perdas nesta manhã, após novas ameaças de Donald Trump de impor tarifas de importação a produtos chineses. O índice do Japão, Nikkei, foi exceção, ao subir no embalo da revisão do PIB do 2° trimestre para 3% na comparação anual (frente aos 1,9% registrados na primeira divulgação). Na Europa, as Bolsas operam entre a estabilidade e leves ganhos, diante da agenda fraca de indicadores, que aumenta as expectativas para as reuniões de quinta-feira, do BCE e do BoE.
 

 
  


Demanda internacional pressionada na Gol (GOLL4). A cia aérea divulgou os dados de agosto com queda forte na demanda por voos internacionais, impactada certamente pela desvalorização do real, e levando a uma retração de 5,7 p.p. na taxa de ocupação nesse segmento. No mercado doméstico, pequena elevação na demanda, com taxa de ocupação sem grandes variações em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de esperada, essa retração na demanda internacional deve levar os papéis da companhia para o campo negativo no pregão de hoje.

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