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Notícias

18/01/2019

Diário Matinal Coinvalores - 18 de janeiro de 2019

Bom dia,

Inflação segue benigna. O IGP-M caiu 0,01% no segundo decênio do mês, após registrar queda de 1,15% no mesmo período de dezembro. A retração menos acentuada no preço dos combustíveis foi um dos principais responsáveis por tal desempenho, ao influenciar tanto os preços ao produtor quanto ao consumidor no período. Por outro lado, destaque para alta nos preços de alimentos e habitação.

Bolsas avançam nessa sexta. O pregão é positivo lá fora após o The Wall Street Journal noticiar que autoridades americanas estariam considerando baixar algumas ou até mesmo todas as tarifas impostas até agora à China como forma de avançar nas negociações de um acordo comercial entre as partes. A notícia não foi confirmada por ninguém no governo, mas ajuda a trazer algum otimismo aos mercados, em um final de semana sem grandes novidades. Em meio ao shutdown parcial do governo americano, Trump anunciou que o país não vai enviar uma delegação para Davos, onde, na próxima semana, ocorre o Fórum Econômico Mundial. Na agenda econômica, destaque para a divulgação da produção industrial americana, pelo Fed, e da confiança do consumidor, medida pela Universidade de Michigan, ambos serão divulgados no começo da tarde, horário de Brasília, e devem mostrar arrefecimento frente às leituras anteriores.


    


Prévia da Gafisa (GFSA3). A incorporadora lançou um empreendimento nesse trimestre, no Tatuapé, em SP, decidindo postergar o lançamento de outros três projetos, por não considerar o momento ideal naquelas regiões. Sem uma retomada forte dos lançamentos, as vendas também não decolaram. Na verdade, mesmo com os distratos sob controle, no mesmo patamar dos últimos trimestres, a Gafisa teve os piores três meses em vendas líquidas dos últimos dois anos, abaixo da faixa dos R$ 100 milhões. Houve redução no estoque, mas apenas por ajustes de preços para baixo, pois a soma dos lançamentos e dos distratos foi maior do que as vendas. O estoque pronto representa 37,6% do total. Ainda consideramos a companhia uma opção de alto risco e vemos alternativas no setor com bom potencial e perfil de risco mais moderado.

Eletrobras (ELET6) busca reduzir custos. Por meio de um novo Plano de Demissão Consensual, a elétrica estima uma economia de R$ 574 milhões/ano, por meio do desligamento de 2.187 funcionários. O custo projetado é de R$ 731 milhões e o plano será aberto a partir do próximo dia 21 de janeiro, com prazo de um mês para as adesões voluntárias. A novidade deve exercer influência apenas marginalmente positiva sobre os papéis da companhia, que vão continuar respondendo, principalmente, às expectativas de privatização.


Bons negócios

 


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